Cartão de crédito: é melhor parcelar ou pagar o mínimo?

É preciso observar o que é mais vantajoso através de planejamento financeiro

Nem sempre conseguiremos pagar o valor integral da fatura. Estamos sujeitos a contratempos financeiros, como gastos urgentes o crises financeiras, como a que estamos vivendo agora por causa do novo coronavírus.

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Chega um momento que é preciso negociar, já que pode ser que pagar a fatura do cartão de crédito deixe de ser a prioridade, por exemplo.Ai chega a dúvida: é melhor cancelar logo o cartão de crédito, continuar e pagar a fatura de forma parcelada, ou apenas pagar o mínimo?

A resposta é: depende. Em todas as situações, o cliente sairá perdendo em um quesito, seja no pagamento de juros ou na impossibilidade de usar o cartão de crédito como antes, por exemplo, mas, infelizmente não dá para fugir, ainda que não seja indicado entrar em dívidas com o cartão de crédito.

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Preparamos algumas dicas sobre as decisões que precisam ser tomadas quando o valor total da fatura do cartão de crédito não pode ser pago. Lembre-se, sempre, de não deixar simplesmente sem pagar: busque alternativas para não gerar dívidas. Vamos as dicas!

O risco de não pagar a fatura

Quando não conseguimos quitar a fatura total, ficamos muito preocupados e tentamos resolver, na maioria das vezes. Só que algumas pessoas simplesmente não pagam e acabam se envolvendo em uma dívida longa.

Quando não pagamos, o banco tem autorização para te cobrar juros, que são altos mesmo que em alguns casos não passam de 2% ao mês. Isso num período de um ano vira uma bola de neve que te impede de fazer muitas coisas.

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Nome sujo

Rapidamente o banco te coloca no SPC, ou Serasa por causa do atraso da fatura. O seu score, número importante para ter acesso a transações financeiras e compras á prazo, cai muito e seu nome não é mais considerado bom para ter outro cartão de crédito, por exemplo.

Dívidas altas

Se o  limite for alto, a dívida vira uma corrente pesada para se carregar, porque dificilmente teremos o valor total novamente com o acréscimo de juros. Muita gente para quitar uma dívida com cartão de crédito desembolsa quase duas vezes mais que o valor original da fatura.

Perda do cartão de crédito

O cartão de crédito é cancelado quando não há negociação e nenhum pagamento da fatura, fazendo com que após um tempo, mesmo acertando a dívida o cliente é impedido de voltar a utilizar o cartão de crédito. O banco passa a considerar que aquele cliente não é confiável para continuar com um limite.

A negociação da fatura atrasada

Parcelar ou pagar o mínimo, eis a questão! Para tomar essa decisão, o cliente precisa saber exatamente em que nível financeiro está para escolher entre parcelar ou quitar o mínimo. Saiba que de qualquer jeito, você estará com uma dívida,então, resta optar pela situação que não te trará tantos danos.

Veja →   Cartão Santander - Como solicitar limites e benefícios

O parcelamento da fatura atrasada

O cliente que opta pelo parcelamento da fatura precisa observar as regras do seu banco, mas é certo que pagará IOF e outros juros. O Nubank, por exemplo, decidiu excluir o IOF por três meses durante a pandemia do novo coronavírus. Geralmente, é melhor parcelar para quem precisa fugir do crédito rotativo.

Os riscos

Parcelar a fatura não vai te excluir das próximas faturas previstas. Se você tem compras a cair pelos próximos meses, lembre-se que isso estará incluso no parcelamento que você aceitou. Será o valor parcelado da fatura mais as outras compras. Vai pesar, mas depois tudo será excluído de uma vez.

O pagamento do mínimo

Quitar o mínimo significa que você pagou apenas 15% da fatura total. A taxa de juros supera os 277% quando pagamos só essa fatia da fatura total. Vamos citar um exemplo: digamos que você pagou R$500,00 que corresponde ao valor mínimo da fatura. Depois, na próxima fatura, esse valor ainda vai existir com um acréscimo de juros, podendo chegar a mais de R$1.000,00 a mais.

Os riscos

O maior risco é ficar para sempre envolvido no pagamento de mínimos e sempre deixar muito dinheiro para o banco, ou seja, pagar muito mais do que você gastou no fim as contas. O que era para ser a solução se transforma em  mais dívida, já que pagar o mínimo é mais próximo do que não pagar a fatura se compararmos com as taxas que envolvem o parcelamento.

E agora, como escolher a melhor opção?

É importante observar a sua situação financeira atual, se você pode se pendurar em um parcelamento agora ou se o pagamento mínimo é apenas um momento, ou seja, que mensalmente isso não acontecerá.

Olhe a longo prazo

Para tomar essa decisão observe o seu futuro financeiro: será que terei dinheiro mensalmente para quitar esse parcelamento ou é melhor pagar o mínimo agora para depois me ajeitar nas contas? Veja as suas contas mensais e como as duas situações se encaixaria, porque a situação fica ainda pior quando entramos em um acordo e não cumprimos com nossa parte.

Observe os juros e taxas

Muitos bancos facilitam a vida dos clientes por causa da pandemia, excluindo algumas taxas desnecessárias. Observe se isso aconteceu com sua agência e coloque na ponta do lápis as taxas de juros em todas as situações. Quem sabe simplesmente não pagar, para seu caso não seja mais útil? Só que dificilmente essa situação seria a ideal para alguém, a não ser que você tenha o dinheiro inteiro da dívida daqui a algum tempo, por exemplo.

Pense em outras maneiras

Será que você não consegue se apertar um pouco e pagar a fatura total? Porque ainda sim, é a melhor opção, claro! Tire dali, reponha aqui e veja as vantagens de pagar a fatura completa antes de parcelar ou pagar o mínimo só por medo da situação financeira apertar ainda mais. Saiba que se manter numa crise financeira sem novas dívidas é muito mais útil do que tê-las após tudo passar.

"Creia no senhor Jesus e será salvo tu e a tua casa!"